quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Os maiorais

Os burocratas chineses são obsessivos com a idéia de desbancar os Estados Unidos, seja no papel de potência global hegemônica, seja no jogo de bolinhas de gude. Se a primeira hipótese um dia irá se concretizar ainda é cedo para dizer. A China é hoje, em termos econômicos e militares, o que a América era há décadas atrás. Na seara política, a China está pelo menos dois séculos atrasada, ainda na fase de conquista de direitos civis fundamentais. Ou seja, mesmo com bilhões de pares de pés acelerados trilhando o caminho do desenvolvimento, a China ainda tem muito o que caminhar.

Pequenas vitórias, porém, servem para dar os argumentos que o Partido Comunista precisa para mostrar aos chineses que sim, eles estão no caminho certo. Batalhas vencidas, a Guerra é questão de tempo, devem sonhar os burocratas enfardados. Esse ano, por exemplo, iremos testemunhar a tentativa chinese de desbancar os Estados Unidos no quadro de medalhas olímpico. Em 2004, a China encostou e assustou. Para 2008, competindo em casa, os chineses querem o topo.

Qual a empresa mais valiosa do mundo hoje? Não, não é o Wall Mart, nem a petroleira Exxon. Em 2007, a empresa de maior valor mundial cotada em bolsa foi a estatal chinesa Petrochina, que rondou o 1 trilhão de dólares em valor de mercado - o dobro da Exxon, que tem valor estimando de aproximandamente $500 bilhões.

Bem, mas o tema do blog é outro, carros, e a pequena introdução foi só a vaselina para nos intrometermos no assunto.

Segundo matéria divulgada pelo site Gasgoo.com - que vem a ser o porta-voz dos números do mercado chinês, é preciso esclarecer -, um dirigente do governo chinês lançou a previsão, no mínimo otimista, de já em 2010 a China se tornar o maior fabricante mundial de automóveis. Antes, ainda em 2006, a cúpula do governo achava que a ultrapassagem aos Estados Unidos aconteceria por volta de 2020, mas parece que andaram acelerando suas perspectivas.

De fato, os chineses têm onde colher evidências para este exercicio de futurologia. Em 2007, a produção de veículos na China alcançou 8.8 milhões de unidades, um incremento de aproximados 22% em relação ao ano anterior. Bem, vamos as contas: se crescer 22% em 2008, a China irá produzir algo próximo de 9.780.000 veículos. Se em 2009 repetir o crescimento, irá para quase 12 mihões; no final de 2010, mantidos ainda 22% de crescimento, a China fabricaria algo em torno de 14.700.000 unidades. Bem, se o Estados Unidos estagnar sua produção, ou decrescer, a China pode sim ser a primeira do mundo no final de 2010. Em miúdos, pode levar mais esta medalha de ouro pra casa, tirando onda dos americanos. Porém, ao contrário do que pensam os burocratas chineses, a China não é nem esta fortaleza estatística que eles desejam nem os Estados Unidos um bando de amadores no que se refere ao seu domínio mundial em várias áreas produtivs. Ou seja, não vai assistir à ascensão chinesa com o rabo entre as pernas.

A pergunta que fica é: e quem sai perdendo desta briga?

Com certeza, o mundo, que vai ter milhões de escapes a mais lhe depositando poluição, uma vez que os carros fabricados e vendidos em países como China e Índia estão longe de serem ecologicamente sustentáveis. E, apesar dos prognoósticos positivos, perde também o Brasil, cujo mercado consumidor não tem tantas perspectivas de crescimento e que pode ver os investimentos das montadores migrarem para outras terras - como a própria China, para a Índia e ainda para a Rússia.



(fonte: Gasgoo.com)

Os maiorais

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Ka pra nós, Ka pra eles






O novo Ka brasileiro foi desenvolvido por brasileiros e para brasileiros. Com certeza, o novo Ka europeu, ainda a ser apresentado, foi desenvolvido por europeus, para consumidores europeus. E então, dos quintais do inferno, vem a pergunta maledicente: por que o deles é mais bonito? Vem, tridentada, seguida de outras, do tipo: por que os europeus tem bom gosto? Ou nós temos mal gosto? Ou os projetistas de lá são melhores que os de cá? Ou, ainda, o avançado cidadão europeu deve compartilhar do futuro, das formas que delinearão os novos Ford´s, e nós não?

Bem, pelo desenho dos dois modelos é possível adiantar que o nosso é apenas mais um modelo reestilizado, que não segue a tendência de design Kinetic - a do novo Mondeo, do novo Focus, do futuro Verve e observável também neste futuro Ka. Em outras palavras, o nosso Ka é o modelo feito para os subdesenvolvidos, que não se importam com tendências, linhas, estética etc - apenas com os preços.

Não, não que o Ka brasileiro seja feio. É que o deles é mais bonito. Tem cara de futuro. O nosso, apesar de simpático, tem cara de "normal". O deles é para ser líder de mercado, competindo com Fiat 500, Renault Twingo, Mini, entre outros. Aqui no Brasil, como as montadoras não se preocupam em atualizar suas linhas de acordo com que vendem de melhor no mundo, o Ka ficou com jeito de quebra-galho, apenas para compor a linha.

Os balanços das montadoras insistem em mostrar como nosso mercado é promissor, mas as matrizes, há oceanos de distância, parecem não ouvir os ruídos que dos "sub" sopram. Azar o nosso? Bem, pode ser azar o deles...


(fonte: Autoexpress.co.uk)

sábado, 9 de fevereiro de 2008

E isso aí voa é ?


E não é que tem projeto brasileiro querendo botar as asinhas de fora e aproveitar os bons ventos que sopram para o segmento de carros exclusivos, de edição limitada? O Fênix versão nacional neste caso tem nome amazônico: Uirapuru. Ressurgido das cinzas, a nova versão de um velho clássico brasileiro já tem desenho e e engenharia prontos para bater as asas e alçar altos vôos .

O novo - ou renovado, como preferirem - esportivo brasileiro é um projeto de André Soler, filho do pai do velho Uirapuru, Rigorbeto Soler. Nos nem-tão-longínquos-assim anos 70, Rigorberto conseguiu realizar o sonho de ver suas crias rodando pelas ruas do Brasil - foram apenas 76 unidades fabricadas, mas o sonho parece não ter acabado. Depois de negociações frustradas com investidores dos Emirados Árabes, Soler, o filho, está atrás de investidores para seu projeto, o novo Uirapuro. Nascido das pranchetas da faculdade de design, onde André refez as agressivas linhas do super-carro brasileiro, a verão contemporãnea do carro promete tanta potência e esportividade quanto seu antepassado possante.

O protótipo do Uirapuru guarda as seguintes dimensões: 3,93 de comprimento, 1,90 de largura e 1,17 na altura, com 2,73 de entreeixos. Rodas de 18 polegadas sustentam o corpo composto de fibra de carbono e emoldurado em estruturas tubulares. Para puxar tudo isso, um motor GM de 3.6 litros, V6 ou V8 (este detalhe ainda não está definido), e que desenvoveria apriximandamente 400 cavalos de potência. Pouco não? Ah, tem câmbio de seis velocidades ou quatro velocidades, no automático.

Que saía logo do ninho, pois...


(fonte: worldcarfans)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Como levar a criançada passear de Ferrari

A imagem que temos de um motorista de Ferrari traz consigo a imagem de seu único acompanhante. Pode ser uma loira escultural, uma linda européia do leste - tipo a Sharapova - ou simplesmente uma autêntica diva italiana, presa ao banco de couro artesanal, cabelos esvoaçados pelo vento que lhe sopra o rosto. Claro, pode ser o contrário. No banco do carona um bonitão à Geoge Cloney e ao volante a combinação perfeita de uma estonteante senhorita de olhar fatal e seu esportivo a 200 quilômetros por hora. Ou...

Ou uma família: mãe ao volante, pai de passgeiro - com a camisa aberta, tomando cerveja e soltando alguns finos arrotos -, e o pirralho, no banco de trás, chorando e perguntando de vinte em vinte segundos "já chegou? e agora, já chegou?". E junto está a sogra, irritada com o menino e que reclama do exíguo espaço para suas pernas - atacadas pela artrite - enquanto a mãe pisa fundo para o barulho da Ferrari abafar toda aquela gritaria.

A cena infernal de um passeia familiar a bordo de uma Ferrari pode estar próxima. De acordo com o site da revista QuattroRuote, a Ferrari planeja exibir em Outubro, no Salão de Paris, um novo modelo, que poderia ser sua versão Gran Turismo 2+2 - que viria a calhar, dado o iminente lançamento do Porsche Panamera. Como todo projeto da Ferrari, este também está é muito bem guardado. A empresa não dá pistas sobre o carro que irá apresentar, se é mesmo um 2+2, ou um coupe-cabriolet ou ainda uma Ferrari Jr.

Apesar do sigilo, um leitor da revista flagrou uma Ferrari no mínimo estranha em testes na Itália e enviou as fotos para a QuattroRuote. A partir das fotos, a revista esboçou uma versão da Ferrari tamanho "Famiglia".



(fonte: Quattroruote.it)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A colher e a festa (parte 2)

A colher da Toyota na festa do Super Bowl foi completada pela apresentação da reestilização do Corolla, um dos carros mais vendidos dos Estados Unidos.

A briga da nova versão do Corolla é com seu compatriota Civi, que lhe tomou o lugar entre os sedans pequenos mais vendidos por lá.

O primeiro carro dos jovens é uma das propostas do Corolla. Nada mal não?

A colher e a festa (parte 1)

Imaginem vocês que a Toyota, com os cofres carregados que vive a ostentar, iria ficar fora das finais do Super Bowl.

A marca japonesa parece mesmo disposta a ser cada vez mais a montadora dos americanos. Afinal, já é a segunda maior vendedora de carros do país (à frente da Ford), tem carros competindo na Nascar, fabrica o sedan mais vendido no mais competitivo mercado de automóveis do mundo e, ano após ano, desenvolve carros voltados exclusivemente ao gosto dos devoradores de fast-food ianques. Por essa lógica, o Super Bowl é um lugar onde a Toyota já pode se sentir à vontade.

Com a Sequoia, versão utilitária da Tundra, a Toyota espera reproduzir os feitos de sua picape pesada. A publicidade, em um estranho estilo aventura/jovens/espaço, não deixa muito claro os públicos a serem atingidos pela Sequoia. Talvez, nem a Toyota saiba ainda...

Cacique mostra quem manda

A GM, comemorando seu renascimento - não perdeu a liderança mundial para a Toyota em 2007, apesar da maquiagem carregada nos números, e ainda foi a única grande montadora a apresentar números positivos no mês de janeiro deste ano - resolveu ir de híbrido para o Super Bowl.

Para mostrar quem dá as cartas nesta tribo, a GM desistiu de anunciar a marca Chevrolet e resolveu gastar seus 60 segundos para exibir os dotes da GMC Yukon Híbrida - com uma animação bem divertida, por sinal. O recado ficou claro: de SUV beberrão ou híbrido, esse quintal já tem dono.

Com mais alguns milhares de demissões e melhorias na qualidade de seus produtos, quem sabe a GM convença seus rivais japoneses de que é imbatível. Enquanto isso não acontece...

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Para quem pode

Esse a Audi exibiu de sacanagem. Rasgou dinheiro na frente de pobre. Afinal, quantos dos milhares de espectadores da final do campeonato poderiam pagar para ter um RS8 na garagem? Poucos, muito poucos.

Caso pudessem, também iriam chupar o dedo sujo de graxa. O RS8 tem produção limitada. Resta acompanhar suas curvas pela TV...

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E dobro a aposta

Querendo impressionar, a Hyundai botou banca no Super Bowl deste ano. Abriu a carteira e comprou logo duas cotas de comercial para exibir o Genesis.

- Quanto ficou? Seis "milhão"? Vou pagar à vista...

Pago o que for...

A sul-coreana Hyundai resolveu mostrar aos norte-americanos que, além de produzir carros ao gosto do freguês local, também sabe apelar à emoção dos aficcionados pelo futebol de trombadas tão amado por aquelas terras.

A estréia do Genesis - sedan que promete conforto, tecnologia e segurança de marcas como Lexux, BMW e Mercedez a preços de Hyundai - foi uma tentativa de mostrar aos telespectadores que ela entende das regras do jogo no concorrido mercado americano de veículos.

Quer pagar quanto?

Os comercias de carros mais caros do mundo estão nos intevalos do Superbowl, a final do campeonato norte-americano de futebol. Este ano, quatro marcas de automóveis pagaram os 3.000.000 dólares por "extensos" 30 segundos de exibição nas telas do evento televisivo mais assistido nos Estados Unidos - em 2006, eram cerca de 93 milhões de televisores ligados.

O jogo, como sabido por todos os aficcionados por futebol americano - feito nós, claro - foi ganho pelo New York Giants, que bateu por 17 a 14 o time do namorado da Gisele Bundchen, o New England Patriots. Mas deixa para lá o jogo, o que importa aqui são os comerciais de carros que foram exibidos entre os quartos da partida.

(fonte: Adage)

Enquanto isso, no verão brasileiro...

O melhor janeiro da história, porém pior que o melhor dezembro da história (o mês passado). Nos crepusculares dias de 2008, foram 369.079 veículos comercializados, entre carros, utilitários, caminhões, ônibus, motos e tudo mais o que tiver roda e fizer vrmmmm.

O começo de ano aquecido é uma ducha fervente nas gélidas previsões pessimistas que esperavam a ressaca do crédito fácil já no começo de 2008. No mais, a Fiat continua liderando e o Gol ainda é o mais vendido - apesar das pirotecnias em formato notícia feitas pela Folha de S. Paulo, domingo passado, que não merecem muito mais que lamento.

1) VW Gol - 20.782
2) Fiat Palio - 16.722
3) GM Corsa sedan (inclui Classic) - 11.696
4) GM Celta - 11.321
5) VW Fox e CrossFox - 11.167
6) Fiat Mille - 10.579
7) Siena - 7.083
8) Ford Fiesta hatch - 5.681
9) Fiat Strada - 5.273
10) Ford EcoSport - 4.560

Como os lançamentos anunciados pelas montadoras ainda não começaram a chegar às lojas, alguns destaques das vendas em janeiro ficam por conta da concorrência acirrada em alguns seguementos:

- Na seara das station wagons grandes, por exemplo, a Fielder parece ter perdido o fôlego que lhe sobrava para enfrentar a Mégane Grand Tour. Resultado: 570 unidades vendidas da Renault, 267 da Toyota. Em dezembro, os números ainda eram favoráveis à Toyota: 708 contra 507 Méganes.

- O desgaste do Corolla, há mais de cinco anos no mercado na atual versão, fica evidente não só no segmento das SW´s, mas também dos sedans médios. Depois de perder a liderança para o Honda Civic em 2007, o sedan da Toyota começa 2008 pulando para o terceiro degrau do pódio. Quem fica com a medalha de prata em janeiro é o Vectra, que vendeu 2223 unidades, pouco mais de 100 unidades a mais que os 2217 do velho líder Corolla. É a primeira vez, desde que foi lançado, que o sedan da GM chega à vice-liderança do segmento.

- Na categoria sedan grande, onde todos os modelos disponíveis são importados, o Omega, da GM, partiu de 29 vendas em dezembro para bater 151 em janeiro, alcançando o topo do segmento. Logo atrás, também feito inédito, o Kia Cerato alcançou 99 vendas, ficando em segundo lugar. O Honda Accord, antigo líder, foi empurrado para a quinta colocação, com 64 unidades comercializadas em janeiro (contra 102 em dezembro); o Mercedez C200, antigo frequentador da vice-liderança, vendeu cinco unidades a menos do que em dezembro e ficou com 87 carros vendidos.
No segmento dos grandes sedans não há como prever que as posições alcançadas em janeiro perdurem durante o ano de 2008. Alguns lançamentos, como o futuro Accord e o já alardeado e disponível Hyundai Azera, podem provocar rebuliço na cabeça dos potenciais consumidores desses carrões. É esperar com o binóculo em mãos para ver se algum competidor consegue algumas cabeças de distância. O páreo é duro.

(fonte: fenabrave)



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Pergunte à vítima (parte 3, uma aventura tropical)

No Brasil, a revista Quatro Rodas também realiza anualmente uma pesquisa com proprietários de automóveis para medir a satisfação dos clientes em itens como desempenho, conforto, confiança na marca e segurança, entre outros. Pelo quarto ano consecutivo, foi "Eleito" o Honda Fit, deixando para trás seu companheiro de casa Civic.

De acordo com a opinião dos consumidores brasileiros, os dez melhores são:

1. Honda Fit
2. Honda Civic
3. Renault Clio
4. Toyota Corolla
5. Ford Ka
6. VW Polo
7. VW Polo Sedan
8. Chevrolet Prisma
9. Renault Clio Sedan
10.
Fiat Siena

No ranking detalhado, é possível observar que, a exemplo dos Estados Unidos, por aqui Toyota e Honda também realizam bom papel, principalmente em itens como manutenção, confiança na marca e segurança. Dado o magro cardápio delas no Brasil, é um desempenho em tanto.

Para saber mais sobre o ranking elaborado pela Quatro Rodas, é só ir até lá: Os eleitos

Pergunte à vítima (parte 2, destrinchando...)

Por categorias, as posições mostram que Toyota e Honda se diferenciam de suas concorrentes em itens como tecnologia, qualidade e comprometimento ambiental, mantendo médias boas ou razoáveis em outras categorias, como performance e segurança. Na média, elas acabam estabelecendo uma boa distância para as marcas que vêm atrás - principalmente a Toyota, que não para de investir nos Estados Unidos, tanto em modelos "verdes" quanto robustos (como os recém-chegados Sequoia, Venza e Highlander).

Vamos, pois, aos rankings por categorias:

Segurança:
Volvo - 77
Toyota - 21
Subaru - 18
Ford - 17
Honda - 17

Qualidade:
Toyota - 33
Honda - 24
Lexus - 23
Mercedes-Benz - 19
Chevrolet - 17

Valor:
Honda - 30
Saturn - 24
Toyota - 24
Kia - 23
Ford - 20

Performance:
BMW - 28
Porsche - 25
Chevrolet - 21
Toyota - 20
H
onda - 20

Comprometimento ambiental:
Toyota - 49
Honda - 26
Ford - 16
Chevrolet - 11
GMC - 11

Design/estilo:
Mercedes-Benz - 24
Lexus - 24
Cadillac - 23
BMW - 20
Jaguar - 18

Tecnologia/inovação:
Toyota - 30
Lexus - 29
Honda - 20
Cadillac - 18
BMW - 17

(Fonte: Consumer Reports)

Pergunte à vítima (parte 1)


Mais do que ouvir especialistas, consultores, analistas e toda ordem de opiniões a respeito de qual o melhor produto, marca ou modelo de um determinado bem de consumo, é prudente pedir a opinião de quem já efetuou seu negócio. Ou seja, daqueles consumidores que na prática já desfrutam de todas as "maravilhas" prometidas pelos gênios da publicidade - e que, muitas vezes, não são entregues.

Nos Estados Unidos, quem realiza essa espécie de ouvidoria é a Consumer Reports, organização que testa produtos, ouve consumidores e divulga pesquisas a respeito da qualidade dos mais diversos bens de consumo. Na área dos automóveis, a percepção dos proprietários mostra que, uma vez mais, os fabricantes japoneses estão cativando seus consumidores americanos com bons produtos.

Segundo pesquisa realizada pelo Consumer com 1720 adultos que tem pelo menos um carro em casam, a Toyota e a Honda são as melhores marcas na percepção dos compradores de carro norte-americanos.

A pontuação geral é feita através das médias das categorias pesquisadas, que são segurança, qualidade, valor, performance, comprometimento ambiental, desing/estilo e tecnologia/inovação. Nesta equação, as posições entre os melhore e os piores foram as seguintes:

Melhores

Toyota 189
Honda 146
Ford 112
Chevrolet 110

GMC 102

Piores

Buick 25
Mercury 22
Mitsubishi 21

Audi 14
Acura 8