Agora que já sabemos "tudo" sobre a relação da Austrália com seus carros, vamos a Melbourne, onde acontece um dos salões mais importantes do país (o outro fica em Sydnei e foi realizado em dezembro de 2007).
A maior parte dos veículos trazidos à Austrália já passaram por outros salões, ou seja, não são novidades para ninguém. São exemplos desse naipe o Toyota FT-HS, o Hyundai Genesis Coupe, o jipinho GLK da Mercedez e o Renault Koleos. Versões modificadas de velhos conhecidos também pululam pelos stands, como a linha R da VW e dois utilitários da Overfinch Bespoke - uma espécie de AMG da Land Rover.
Novidades mesmo, daquelas de provocar suspiros e arrancar aplausos, são poucas. Por se tratar de um mercado periférico, os grandes lançamentos na Austrália são escassos. Neste momento, todos os olhos "especializados" estão voltados para outro canto, um Cantão da Suíca onde fica Genebra, em cujo salão se farão os grandes debutes do ano.
Mas nem tudo abaixo da linha do Equador são lágrimas: a Melbourne coube, por exemplo, o papel de apresentar ao mundo o carro australiano mais rápido já feito, o W47 - um veículo especial produzido pela HSV (Holden Special Vehicles) que custará a bagatela de $125.000. Nada mal não?
A maior parte dos veículos trazidos à Austrália já passaram por outros salões, ou seja, não são novidades para ninguém. São exemplos desse naipe o Toyota FT-HS, o Hyundai Genesis Coupe, o jipinho GLK da Mercedez e o Renault Koleos. Versões modificadas de velhos conhecidos também pululam pelos stands, como a linha R da VW e dois utilitários da Overfinch Bespoke - uma espécie de AMG da Land Rover.
Novidades mesmo, daquelas de provocar suspiros e arrancar aplausos, são poucas. Por se tratar de um mercado periférico, os grandes lançamentos na Austrália são escassos. Neste momento, todos os olhos "especializados" estão voltados para outro canto, um Cantão da Suíca onde fica Genebra, em cujo salão se farão os grandes debutes do ano.
Mas nem tudo abaixo da linha do Equador são lágrimas: a Melbourne coube, por exemplo, o papel de apresentar ao mundo o carro australiano mais rápido já feito, o W47 - um veículo especial produzido pela HSV (Holden Special Vehicles) que custará a bagatela de $125.000. Nada mal não?
A Holden, porém, não parou por aí. Em casa, apresentou também o Coupe 60, um esportivo de dois lugares derivado do SE Commodore que marca os 60 anos de existência da marca australiana. Com suas rodas de 21" e motor V8 de 6.0 litros, é uma cereja em tanto no bolo da subsidiária australiana da GM.

No aniversário da Holden, o presente foi o Coupe 60
A Ford, por sua vez, veio de Falcon novo, em várias configurações, inclusive na versão ute. A cirurgia plástica do campeão de vendas da Ford australiana fez cair o queixo até do chefão da marca. Depois de testar um Falcon GE6 Turbo, Alan Mulay, presidente mundial da Ford, fez questão de dizer que queria um brinquedinho daquele só para ele. Se ele gostou desse, o que iria dizer das versões mais apimentadas do carro mais popular da marca na Austrália? Bem, a Ford disponibilizou em Melbourne algumas respostas para esta pergunta, exibindo versões modificadas do Falcon sob a bandeira FPV, sigla para Ford Performance Vehicles.

Performáticos: Falcons F6 e GT nos olhos dos outros é refresco
No mais, Melbourne teve a inesperada estréia mundial da versão perua do Peugeot 308, que todos previam ser em Genebra, além dos estranhos carros da Proton, fabricante malaia de veículos pouquíssima conhecida por estas bandas, e da versão TRD da bem-quista Hilux.

De cima para baixo, em sentido escadinha, a perua francesa
da Peugeou; o protótipo Satria R3, da malaia Proton;
e e a versão de alto desempenho da picape da Toyota
E, para encerrar, a coisa mais estranha - e por que não dizer, a façanha maior - de toda esta história: fazer um texto de muitos mil caracteres sobre a Austrália sem fazer nenhum trocadilho com canguru, aborígenes e boomerang. Não foi fácil segurar o descambar da pena...
(fontes: caradvice.co.au e autoblog.com)




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